30.8.11

Hotel Pennsylvania - New York/NY

Uma das grandes vantagens de se hospedar no Hotel Pennsylvania é a sua localização. O hotel  fica bem em frente ao Madison Square  Garden - palco de shows lendários e grandes eventos esportivos - ao lado da estação de trem e metrô que leva o mesmo nome, a uma quadra do Empire State Building e da famosa loja de departamenstos  Macy`s e é bem perto da Broadway e da Times Square. O comércio ao redor do hotel é bastante variado e interessante; É possível conhecer todos esses lugares e fazer umas comprinhas a pé e sem cansar muito. Talvez, por isso, o Penn Hotel seja um dos preferidos do público brasileiro, em suas andanças por Nova York.

Fachada do Hotel
O Hotel foi inaugurado em 1919 e é uma preciosidade arquitetônica e histórica da cidade. Personagens importantes da política, da música, da literatura e do cinema - como Charles Chaplin, Glenn Miller e Robert Kennedy - enriquecem a história de quase cem anos do hotel. O escritor William Faulkner, prêmio Nobel de literatura, escreveu várias de suas novelas no hotel, no período em que lá viveu .

Frente do hotel
Entrada do hotel

São nada mais e  nada menos do que 1700 quartos disponíveis em várias configurações. O Penn 5000 Club oferece acomodações mais modernas, com TV de plasma, internet wi-fi (paga), frigobar e acesso ao lounge onde é oferecido café da manhã tipo continental e onde também computadores e impressoras ficam à disposição do hóspede. Há opções de hospedagem para famílias de até 7 pessoas e as diárias variam muito de preço dependendo não só do tipo de quarto escolhido como também da época do ano; melhor conferir aqui http://www.hotelpenn.com/hotel-accommodations.html.  Em todos os quartos há calefação, TV a cabo, telefone, rádio AM/FM.
Habitação Confortável
No lobby do hotel  a internet wi-fi  é liberada. Há também um balcão onde é possível comprar tickets para os shows da Broadway , para os city tours e agendar viagens.

Lobby
Venda de tickets
Lindy`s Restaurant é opção de refeição para café da manhã, almoço e jantar  além de uma coffee-shop que funciona 24 horas por dia.

Lindy`s Restaurant
Uma curiosidade: o Hotel se orgulha de possuir o número de telefone mais antigo de Nova York – o Pennsylvania  6-5000. O número é tão famoso que virou música imortalizada pela orquestra de Glenn Miller e pelo trio The Andrews Sisters.


Serviço


Endereço do hotel
401 Seventh Avenue (at 33rd Street) 
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1. New York/ NY





28.8.11

New York/NY

Chegamos numa tarde chuvosa em Nova York – aeroporto JFK - depois de 4 horas e meia de vôo desde Las Vegas . As companhias aéreas americanas não são generosas como as nossas e, em vôos dentro do território americano, somente água, refrigerante e sucos são oferecidos a bordo. Se a fome bater o jeito é comprar uns lanchinhos vendidos por U$ 5 pelas cansadas e, às vezes, simpáticas aeromoças. A maioria dos passageiros embarca com seu próprio lanche. Viajando e aprendendo: também levamos o nosso. O aeroporto e enorme porém muito organizado; há vários balcões de informações logo após as esteiras de bagagem, onde funcionários ágeis respondem a toda sorte de perguntas.

Bem- Vindo a Big Apple
Não é a toa que Nova York é a cidade mais famosa do mundo. Com mais de 19 milhões de habitantes e o mais importante centro financeiro do planeta, nada acontece no mundo se, antes, não acontecer na Big Apple - como é carinhosamente chamada por todos. 


Fundada pelos holandeses em 1624 e capital do país de 1785 até 1790, a cidade é a maior e a mais populosa dos EUA, desde então.   

Downtown
Arte, cultura, entretenimento, comércio, finanças e moda, em todos esses quesitos Nova York é a número 1. 
Broadway
Queríamos saber como chegar no Pennsylvania Hotel, nosso primeiro “porto” na cidade. Decidimos ir de metrô – o rápido – que demora 20 minutos e custa U$7,50. Opção mais cara comparando com os U$2 do metrô comum, que demoraria mais de 1 hora para chegar na mesma Penn Station, no centro de Manhattan. O táxi sairia uns U$50 e pelo serviço de van, U$20 por passageiro. 
Jamaica Station
Já instaladas no hotel, saímos para conhecer a famosa Times Square.       

Times Square

24.8.11

Las Vegas

Depois de algumas horas dirigindo no deserto, letreiros altos vão surgindo- do nada- e invadindo a paisagem árida. Não se trata de uma miragem, mas bem parece um delírio. É impressionante ver uma cidade brotando no solo, perdida no deserto. 



Seguramente os que chegam em Las Vegas de avião não tem o mesmo impacto - já que o aeroporto fica no centro da cidade – porém, chegando de carro, a impressão que dá é exatamente essa: quem botou esses imensos prédios multicores no meio dessas areias?  Apesar da claridade do dia, alguns dos letreiros dos hotéis, cassinos, lojas, bares e restaurantes ficam acesos; uma multidão, meio perdida, caminha pelas ruas onde os termômetros marcam 42 C. 





Nos instalamos num hotel na rua principal – a Las Vegas Strip - no meio de tudo, de todos e do calor seco que pairava sobre a cidade. A jogatina na região foi liberada em 1931; já nessa época alguns cassinos foram abertos para explorar a nova fonte de renda, porém, só em 1946, com a inauguração do Hotel Flamingo, propriedade do gangster Bugsy Siegel, é que a cidade começou a tomar a forma do que é hoje. Las Vegas foi “dominada” por mafiosos até a década de 60, quando houve uma varredura do governo americano e os hotéis e cassinos foram comprados por grandes nomes da rede hoteleira mundial. Hoje os mega-resorts proliferam em Vegas e o jogo, aliado aos grandes shows, são seus maiores atrativos.





Não gostamos daqui. Tudo é muito artificial, as pessoas vagam pelas ruas sem ter para onde ir, os cassinos são suntuosos demais e isso parece intimidar os turistas comuns, que ficam sentados nas muretas das lojas de souvenirs olhando, estupefatos, as luzes que piscam e brilham sem parar.



 Somente  se pode atravessar a Las Vegas Strip - a grande avenida- pelas passarelas, localizadas de 800 em 800 metros. Os shopping centers luxuosos e os mega hotéis-cassino ficam ao lado esquerdo da Grande Avenida e estão interligados por um trem que leva e traz jogadores ansiosos por tentar a sorte cada vez em um cassino diferente. Tentei a sorte também com uma nota de 10 dólares numa slot machine que a engoliu, impiedosamente, em menos de 3 segundos. Essa foi minha experiência nos cassinos de Las Vegas. Do lado de fora da jogatina, nada é muito caro. Há hospedagem em hotéis sem cassinos - localizados às margens direita da grande avenida, para duas pessoas, com café da manhã incluído por U$55. Sexo e prostituição são oferecidos na rua, em panfletos distribuídos por senhoras mexicanas que não falam inglês. Deprimente. E, nos camelôs, também na margem direita da avenida, por U$5, se compra duas cervejas geladas, nada mal para os menos abastados que não abrem mão de conhecer a cidade mais cafona que já visitamos até hoje.





Ditância entre Los Angeles e Las Vegas – 426km


15. Beverly Hills & Hollywood


22.8.11

Route 66 - O Museu

Museu da Histórica e Lendária Rota 66
A lendária Route 66 - também conhecida como “Mother Road” - cruza boa parte do território norte-americano; ela começa em Chicago, Illinois e termina na Califórnia. Hoje, a estrada já não faz parte do sistema rodoviário americano mas sua importância histórica, cultural e turística a mantém como uma das rotas mais procuradas pelos viajantes de todo o continente.


A estrada foi aberta em 1926 e, logo após, na grande depressão econômica que afundou os EUA em 1929 e ao longo dos anos 30, ela significava novas chances e esperanças para os fazendeiros e trabalhadores que saíam do centro do país, devastado pela pobreza, e iam em busca de melhores dias na California. No final da década de 30 a estrada foi imortalizada no romance “As vinhas da Ira” de John Steinbeck e mais tarde o cinema também contribuiu fazendo dela personagem marcante em “Easy Rider” e, quase duas décadas depois, em “Bagdad Café”.


Berço do primeiro McDonalds, fundado em 1940 e também do primeiro motel – motor hotel, hospedagem para os que atravessavam o país em seus carros - a estrada tem mesmo muitas histórias para contar. Há vários museus e centrais turísticas ao longo da rota. Fomos conhecer o Museu da Rota 66 de Victorville, que é mantido e conservado por voluntários e um simpático casal de velhinhos que arrematou e recolheu peças, carros, mobílias, bombas de gasolina e tudo o mais que pudesse contar melhor a história da Route 66. Get your kicks...










Serviço
O museu fica no 16824 S, D Street (Route 66)  Victorville, California e abre de quinta à segunda das 10h00 às 16h00 e aos domingos, das 11h00 às 15h00. Entrada gratuita.

Solange Campello

15. Beverly Hills & Hollywood

21.8.11

Victorville

O deserto de Mojave não é pródigo em atrativos como o deserto do Atacama - nossa grande aventura de 2010 – pelo menos, não onde passamos, - entre Los Angeles e Las Vegas. Uma enorme highway com três pistas e cruzamentos impressionantes com 3, 4, andares de pistas cruzam as areias escaldantes e, aventura, é a última coisa que acontece por esses lados.

On the road
On the road
Tudo muito asséptico e ordenado. As estradas são muito bem sinalizadas e nos poucos 137 km que separam Los Angeles de Victorville não há muito para ver além do calor que sobe pelo asfalto, formando aquelas imagens distorcidas e assustadoras que nos relatam exatamente como é o clima além do paraíso do ar condicionado do carro. Não sabíamos nada sobre Victorville... Descobrimos quando já estávamos por lá.
Victorville? ok...

Assim que fizemos check-in no melhor hotel que achamos pelas redondezas, fomos na liquor store buscar  umas cervejas geladas e deparamos com uma placa enferrujada que dizia que ali era o começo da lendária  Route 66. Uma curtição a mais e motivo para mais comemorações... 
The liquor store
Em frente à liquor store

Depois do carro estacionado e malas desembarcadas, uma americana muito educada me abordou na porta do quarto do hotel para dizer que, se fosse eu, não estaria tão tranqüila assim; que o melhor a fazer seria nos trancarmos no quarto e rezarmos para que nenhum malfeitor nos rouba sse ou nos assassinasse, já que essa era uma das cidades mais violentas dos EUA. É?  Jura? Não contei isso para Caterine mas ela ouviu a palavra “murder” e pesquisou no Google... Caos. Dormi com uma faquinha de pão na mesinha de cabeceira, apesar da tranqüilidade que reinava lá fora. Acho que as cervejas me ajudaram a ter um sono tranqüilo. Victorville é bacana, podem vir sem medo...

15. Beverly Hills & Hollywood

19.8.11

Beverly Hills & Hollywood

Passeando pelas ruas engarrafadas de West Hollywood e pelas calçadas lotadas do Hollywood Boulevard constatamos “in loco” a força que tem a indústria do cinema.

Nas mãos da minha favorita, Judy Garland
Turistas do mundo inteiro passam por essa região de Los Angeles tentando ver algo que, na verdade, nem parece existir.  Não há artistas pelas ruas, filmagens raramente acontecem e o calor e os preços são demais.Não há muito para ver além do Chinese Theatre onde os grandes astros das telas do cinema eternizaram suas mãos no cimento da calçada. 

Chinese Theatre
Cafona- Center


Entrar nas inúmeras lojas, que vendem os mesmos souvenirs “made in china”, também não é muito divertido. Há também o museu de cera Madame Tussaud onde os mesmos astros estão estáticos esperando os olhares ávidos dos cinéfilos mas não entramos pois já tínhamos ouvido falar mal do lugar e as filas eram enormes. Procuramos com persistência a famosa placa HOLLYWOOD que tanto já vimos nos filmes e nada... Saí perguntando e ninguém sabia me dizer onde ela estava até que uma vendedora mexicana de artigos chineses, com paciência nepalesa, orientou-nos: era só subir até o terceiro andar do shopping center - o mais cafona que já tínhamos visto até então - que fica ao lado do Chinese Theatre, olhar para a esquerda , apertar bem os olhos  e tentar enxergar a tal placa que fica há milhas e milhas da vista de qualquer mortal. A “sorte” é que nossa câmera nova tem um zoom de 36x, por isso conseguimos tirar uma foto. 

Eis o letreiro
A suntuosidade das casas do Sunset Boulevard, o luxo das lojas de Rodeo Drive parecem muito distante da realidade.

A famosa avenida
Rodeo drive
Mansão na Sunset Boulevard

As mansões são grandiosas, os jardins babilônicos e as lojas totalmente inacessíveis. Uma brincadeira divertida que fizemos foi procurar placas de ruas que nos remetiam a filmes famosos, essa foi nossa grande curtição na meca do cinema.